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Cidades da região de Sorocaba adotam medidas de contenção para enfrentar a crise hídrica

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A estiagem dos meses de outono e inverno derrubaram os reservatórios de água de São Paulo para o pior nível desde crise hídrica que atingiu o Estado, 10 anos atrás. A região de Sorocaba também está sofrendo com a crise, a começar por Mairinque que, no dia 15, decretou situação de calamidade pública. Com o início do período chuvoso, a cidade conseguiu um alívio para abastecer a população, mas ainda prossegue em calamidade pública.

Em Salto, a Prefeitura adotou medidas de contenção para enfrentar a crise hídrica. Onze reservatórios que abastecem a cidade estão sendo fechados entre às 13h e às 19h como medida de prevenção à falta d’água. O município é abastecido pelos ribeirões Piraí e Buru.

Salto tem pouco mais de 134 mil (IBGE 2022) e, desde setembro, parte dela tem sofrido com a falta de água. Em setembro, o Saae (Serviço de Abastecimento de Água e Esgoto) informou que faria manutenção nos reservatórios para, segundo a concessionária, garantir que a água seja distribuída sem prejudicar as localidades mais altas ou as extremidades do município.

A companhia também alertou para os efeitos da estiagem prolongada, que já impacta os níveis dos mananciais Piraí e Buru. O clima seco tem provocado um aumento natural no consumo de água. Em agosto, Salto registrou apenas 5,1 milímetros de chuva — o menor índice para o mês nos últimos seis anos.

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