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Agricultura Familiar teve seu ápice entre 2003 e 2016

Não há dúvidas de que a agricultura familiar é importantíssima para o Brasil. Para se ter uma ideia, segundo o Censo Agropecuário, as 4,8 milhões de pequenas propriedades geridas por núcleos familiares são a base da economia de 90% dos municípios com até 20 mil habitantes e respondem por 87% da mandioca, 70% do feijão, 46% do milho, 34% do arroz, 58% do leite, 59% dos suínos, 50% das aves, 30% dos bovinos e 21% do trigo produzidos no país.

Para o presidente do Ceavo, Carlos Delai, para esses resultados é fundamental a intensificação de políticas públicas eficientes. E, nessa ceara, ainda segundo ele, os governos do Partido dos Trabalhadores (PT) foram os que mais fizeram por esses produtores rurais, que possuem terrenos de no máximo quatro módulos fiscais. Seja na liberação de crédito, seja na criação de programas de incentivo e na concessão de terras por meio da reforma agrária, esses agricultores nunca foram tão bem tratados quanto na época de Lula e Dilma Rousseff. “Quem ganhou com isso foi todo o Brasil. O incentivo à agricultura familiar ajudou a melhorar a qualidade do alimento que chega à nossa mesa e ainda foi fundamental para que o Brasil saísse do Mapa da Fome”, destacou.

Entre as ações citadas por eles estão a Política Nacional de Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais, o Aumento do crédito por meio do Pronaf, além do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e maior infraestrutura no campo. “Além disso, houve, nos governos do PT, maior expansão da reforma agrária. Estamos às vésperas de uma eleição. Por isso, é fundamental, avaliarmos as propostas de cada candidato, pois já estamos no retrocesso e é fundamental mudarmos esse cenário”, finalizou.

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